Ex alunos do colégio durante simulação da SiNUS 2018, em Brasília

 

 

Falta pouco mais de uma semana para o início da simulação DiONU no Colégio Diocesano, e as expectativas só aumentam quanto à proximidade do evento. Entre algumas dúvidas frequentes dos delegados e delegadas participantes, a utilização dos trajes padrão por parte dos mesmos tem ganhado mais ênfase recentemente.

 

Como a simulação é um evento baseado nos moldes da ONU, sabe-se que os participantes devem se apresentar de modo adequado nos dias 5 e 6 de julho. Por isso, a equipe de comunicação da DiONU separou algumas dicas para ajudá-los a escolher ótimas vestimentas e garantir a melhor experiência a todos.

 

De acordo com Giovanna Duarte e Raian Mateus, Secretários Gerais da DiONU, ex-alunos do colégio e participantes das simulações SiNUS 2018 e 2017, respectivamente, as roupas são essenciais para o processo de imersão no evento. “Os delegados podem estar usando ternos e camisas sociais traje esporte fino. Já as delegadas podem estar usando saia com blazer, vestido e roupas formais, como calça e blusas sociais”, explica Giovanna. “Não é recomendado para as delegadas o uso de decotes em suas vestimentas sociais ou saias muito curtas, haja vista o regulamento das simulações no padrão internacional. Também não será recomendado o uso de tênis, sandálias abertas, entre outros”, acrescenta a Secretária Geral.

Ex-alunos do colégio e professora Patrícia Prado durante simulação SiNUS 2017 em Brasília

Contudo, para os delegados e delegadas que representarem os países do Oriente Médio, África ou outras nacionalidades do globo que tenham vestimentas ou trajes próprios e característicos, pedimos atenção quanto à uma possível caricaturização dos traços e costumes referentes a nação reproduzida. É importante compreender os aspectos culturais de cada localidade e os significados por trás de cada item ou roupas utilizadas, respeitando seu povo e sua história.

Para a imprensa, é recomendado o uso de roupas formais, como blusa ou camisas sociais, sendo calça ou saia para os jornalistas e as jornalistas. Não será necessário blazer, por exemplo, com o intuito de vestimenta. Assim como para os outros comitês, tênis e sandálias abertas não são permitidos, apenas sapatos sociais.

 

Alunos do 3° ano do E.M. e professor Francisco José durante simulação ONU Colegial 2018, no Rio de Janeiro

 

A importância das roupas é essencial na experiência DiONU, já que será a primeira vez de muitos alunos colaborando para construção de um evento tão importante como este.

“As vestimentas ajudam a dar a atmosfera que o ambiente necessita, contribuindo para a formalidade, para o clima e para a seriedade de todo o processo, visto que é um ambiente em que todos visam decisões uniformes e devem estar iguais – com esses trajes, os participantes se sentirão dentro da simulação, encorajados e inspirados a darem o seu melhor”, comenta Raian.